O Pilates para idosos é uma ferramenta importante para fornecer qualidade de vida dessa faixa etária. Mas antes de falar disso, existe um assunto mais urgente a discutir.

Para trabalhar bem com idosos, você deve conhecer como acontece o processo fisiológico de envelhecimento. Essa transformação, com pessoas vivendo cada vez mais, também causa diversas consequências para o país.

Como gerontóloga descrevo e chamo a atenção dos leitores para a importância das consequências causadas pelo envelhecimento da população brasileira. Esse fator traz grande responsabilidade para os profissionais do movimento.

Costumo dizer que com o incremento de novos exames e medicamentos a medicina acrescentou vários anos de vida às pessoas. Porém, cabe a nós, profissionais do movimento agregar qualidade a essa quantidade de vida.

No Brasil, esse fenômeno é novo. Ele aconteceu devido a melhores condições sanitárias que surgiram nas últimas décadas e criaram melhores condições de vida para os brasileiros. Assim a expectativa de vida subiu, o que levou a um aumento na população idosa. Em contrapartida, os números de nascimentos caíram, o que propôs ao Brasil um envelhecimento de sua população.

Pirâmide etária do Brasil, segundo o IBGE (dados do Censo 2010)

pirâmide demográfica IBGE

O que é terceira idade?

o que é a terceira idade

Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), essa é a fase da vida que começa entre 60 e 65 anos. A Constituição Federal brasileira considera 65 anos como o início da terceira idade. O Código Penal Brasileiro adota uma idade diferente, 70 anos. Por fim, a Política Nacional do Idoso também adota os 60 anos como início para a terceira idade.

Na geriatria, levando em consideração o ponto de vista biológico, essa idade começa aos 50 anos.

Controvérsias a parte, é fato que a terceira idade não coincide com envelhecimento. Cito aqui a célebre frase do Sr. Joseph Pilates:

“Se aos 30 anos você está sem flexibilidade e fora de forma, você é um velho. Se aos 60 anos você é flexível e forte, você é um jovem.”

Nada poderia ser mais moderno que essa frase. Vemos que a população de 60 anos de idade, ou mais, lotam nossos Studios de Pilates. Às vezes eles até buscam melhor condicionamento físico para correr uma maratona com o auxílio do Pilates para idosos.

Claro que esse condicionamento depende da classe social a qual o indivíduo pertence. Porém existem muitos “idosos” que são idosos só na idade, não no corpo.

O processo de envelhecimento sob a ótica biológica

processo de envelhecimento

Sabemos que o processo de envelhecimento é inerente, involuntário, fisiológico e inevitável. Ela causa:

  • Perda da estrutura e função do organismo;
  • Perda de massa muscular;
  • Perda de força muscular (sarcopenia);
  • Diminuição da massa óssea (osteoporose);
  • Queda na produção hormonal;
  • Lentidão no tempo de reação muscular frente aos desequilíbrios posturais;
  • Aumento do risco de queda.

A queda é a principal causa de morte do idoso no Brasil. Levando em conta o risco maior de quedas em idosos, essa é uma característica nada desejável.

Apesar de existirem múltiplas alterações fisiológicas que se processam no organismo, vamos discutir dois desses processos. Considero que esses são os mais importantes para o profissional do movimento: a Sarcopenia e a Osteoporose.

Sarcopenia

A Sarcopenia é parte do processo de envelhecimento fisiológico. Ela é caracterizada pela diminuição dos tecidos conjuntivos, gerando um desequilíbrio no processo de formação e reposição muscular. O músculo produzido também diminui de qualidade.

A Sarcopenia aumenta de forma significativa a partir da quarta década da vida. Ela é um resultado multifatorial, como por exemplo:

  • Deficiência hormonal;
  • Falta de atividade física;
  • Deficiência alimentar.

Ela ainda pode ser exacerbada se associada a doenças da Tireoide ou do metabolismo em geral.

Acredita-se que a perda muscular aconteça progressivamente de 1 a 2% ao ano. Portanto, um idoso de 80 anos tem aproximadamente só 50% do total da sua massa muscular quando jovem.

A diminuição da massa muscular, força e função acontece de maneira progressiva com o funcionamento.

Recentemente, a determinação genética tem sido associada à massa muscular e força muscular em idosos. Esses 2 fenótipos de risco são os mais reconhecidos e estudados para a sarcopenia. Sua herdabilidade varia entre 30 a 85% para força muscular e 45 a 90% para massa muscular.

O desenvolvimento e manutenção da massa muscular no início da idade adulta reduz o risco de desenvolver sarcopenia. Assim, podemos ter um envelhecimento saudável.

Por isso, é importante identificar quais fatores genéticos interagem com o envelhecimento. Em particular, precisamos saber qual a resposta e história pregressa musculoesquelética desse indivíduo ao exercício.

Osteoporose

osteoporose e pilates para idosos

A Osteoporose é uma doença metabólica do tecido ósseo gerada por:

  • Perda gradual de massa óssea;
  • Enfraquecimento das trabéculas ósseas por deterioração na microarquitetura tecidual;
  • Falta de qualidade do tecido depositado;
  • Perda de plasticidade e homogeneidade do tecido;
  • Diminuição da quantidade de mineralização óssea.

Devido a todos esses fatores, os ossos tornam-se frágeis e susceptíveis às fraturas.

A formação óssea acontece por células específicas para isso, então afaste aquela ideia de que o osso é uma estrutura morta.

Essa renovação é continua e realizada por três tipos de células responsáveis pela formação, regulação e reabsorção da estrutura óssea enfraquecida (envelhecida). Essas células são:

  • Osteoblastos: formam a estrutura óssea;
  • Osteócitos: células mantenedoras da quantidade de minerais existentes no osso (cálcio);
  • Osteoclastos: reabsorção das células envelhecidas.

A osteopenia é, portanto, a diminuição de massa óssea, gerada pela perda de cálcio (osteócitos débeis). Muitas vezes quando não tratada ela leva a osteoporose.

Existem múltiplas funções para nosso arcabouço esquelético. Nesse estudo, falaremos principalmente sobre a capacidade do osso de suportar nossa carga axial. Ou seja, quantidade de massa corporal medida em quilogramas. Ele distribui essa carga de forma a absorver os impactos gerados pelo corpo.

Vários fatores podem influenciar gerando um desequilíbrio por todo o sistema.

Vamos ver o exemplo da osteoporose pós-menopausa. Ela é particularmente preocupante porque leva a um risco aumentado de fraturas. Seus impactos são ruins na saúde de mulheres mais velhas.

No Brasil, a prevalência de osteoporose em mulheres pós-menopáusicas varia entre 15% e 33%. Um diagnóstico de osteoporose pode ser feito com base em fraturas sem trauma significativo ou na baixa densidade mineral óssea (DMO), medida por absorciometria de raios-X.

Existem critérios pré-estabelecidos pela OMS para diagnóstico da osteoporose baseado na DMO, conforme indica a tabela abaixo:

osteoporose infográfico

Citei anteriormente como o processo de envelhecimento está ligado ao desequilíbrio ou falência na formação de tecidos conjuntivos. Nessa categoria incluímos:

  • Ligamentos;
  • Tendões;
  • Pele;
  • Fáscia.

O envelhecimento das fáscias me despertou interesse em especial nesse artigo. Infelizmente existe pouco material de pesquisa específica para falar sobre o assunto.

Nada mais óbvio que imaginar que esse tecido também se encontra debilitado por deficiência de Colágeno. Considerando a falta de pesquisas a respeito paro por aqui, prometendo trazer um texto específico.

Relação Mecânica com o Processo de Remodelagem Óssea

Nenhum estudo sério foi capaz de comprovar a resposta das células ósseas a aspectos mecânicos de tensão. A capacidade do fluxo de fluido e a deformação com os estímulos podem teoricamente aumentar a capacidade de remodelagem óssea nas células já residentes.

Isso nos faz acreditar que as multiplicidades de estímulos mecânicos podem estar relacionadas a este processo.

As cargas mecânicas de flexão no osso cortical irão gerir pressões mais elevadas no córtex ósseo se comparado a uma única trabécula. Quanto maior for a área teremos maior pressão.

Sendo assim, a tensão mecânica gera, segundo a teoria de Harold Frost, um feedback para que a massa e a remodelagem óssea possam ser estimuladas pelo que o pesquisador chamou de mecanossistema.

O processo de remodelagem óssea parece objetivar a manutenção de ossos fortes para a diminuição dos riscos a fratura. Porém, esse processo de remodelagem pode levar anos e pode ser inativo no caso de sedentarismo, onde essas tensões não são geradas.

A teoria do mecanossitema explicaria porque dentro de um laboratório de anatomia, dois ossos de mesmo nome, de dois indivíduos diferentes, com a causa da morte ter a exclusão de doenças do sistema musculoesquelético, possuem suas próprias insurgências, declínios e conformações por vezes, bem diferentes.

Exercício Físico e a Osteoporose

exercício físico para osteoporose

Na população feminina a prevalência de osteoporose na coluna lombar varia de 15,8% em mulheres na faixa de 50 a 59 anos a 54,5% em mulheres com mais de 80 anos. A prevalência de fraturas varia entre 20% e 82%, nas mesmas faixas etárias, concomitantemente.

Segundo a Sociedade Americana de Menopausa, o principal objetivo clínico na condução da osteoporose é reduzir o risco de fratura.

A osteoporose pode ter um impacto forte na autoestima e no humor da paciente. Os principais motivos são:

  • Dor resultante da mudança na imagem corporal;
  • Perda de mobilidade;
  • Perda de independência.

Portanto a prevenção de quedas é o ponto principal na prevenção de fraturas. Mulheres que se encontram em período pós‐menopáusico e que possuem osteoporose são um grupo de risco. Elas apresentam prevalência de queda de 51,1% contra 29,3% de mulheres sem osteoporose.

É importante estudar essa doença por causa da maior expectativa de vida da população e os custos gerados pelas fraturas. As fraturas de quadril devem receber atenção em especial por atribuírem maior morbidade e mortalidade.

O exercício físico tem papel fundamental no tratamento da osteoporose, principalmente pela redução da reabsorção óssea. Ele promove em pacientes com osteoporose:

  • Aumento de força muscular;
  • Estabilidade;
  • Equilíbrio;
  • Mobilidade;
  • Melhora da qualidade de vida;
  • Redução da dor;
  • Prevenção de quedas.

Por isso precisamos discutir o Pilates para idosos. Nesse estudo procurei estudar a associação entre exercício físico e qualidade de vida para mulheres portadoras de osteoporose na pós-menopausa. Quando falamos em qualidade de vida queremos dizer tanto no sentido físico quanto psicológico.

Pilates para idosos com osteoporose

pilates para idosos na osteoporose

Após revisar estudos sobre o assunto foi possível identificar que eles foram:

  • Compostos principalmente por amostras do sexo feminino ou ambos os sexos;
  • Não houve estudo de amostragem realizados isoladamente em um único sexo.

A revisão tenta se redimir correlacionando o Pilates a um método mais praticado por mulheres.

Praticamente todos os estudos que compuseram esta revisão científica mostraram que a prática do Método Pilates teve implicância direta na qualidade de vida dos pesquisados. Os efeitos mais positivos do Pilates para idosos foram gerados no ganho de flexibilidade nos indivíduos ou prevenção para a perda da flexibilidade muscular.

Outros estudos demostraram, como resultados da prática do Pilates para idosos ganhos em:

  • Equilíbrio estático e dinâmico;
  • Autonomia pessoal, melhorando as atividades de vida diária (AVDs) dos indivíduos em questão.

Em se tratando de composição corporal outro estudo relatou que o método Pilates mostrou-se eficaz no equilíbrio. Em alguns casos encontramos até:

  • Reversão em perda de massa magra;
  • Redução da gordura corporal;
  • Estabilização ou reverter quadros relacionados à obesidade, como a hipertensão e diabetes.

Também foram relacionados resultados positivos da prática do Pilates para idosos no tocante ao aumento da força muscular. Somado ao já exposto, ocorreram diminuições substanciais no número de quedas entre os idosos.

E que se combinado com exercícios aeróbicos apresentou como resultado diminuição nas dobras cutâneas. Ele também evita a perda de massa magra.

Apesar de os resultados excepcionalmente promissores, esse estudo foi o que apresentou a menor pontuação na escala de avaliação da qualidade metodológica entre todos os estudos avaliados (12 pontos). O que anula a credibilidade da pesquisa.

Outro estudo voltado para questões posturais no envelhecimento não saudável encontrou o Pilates como uma maneira eficiente de diminuir as cifoses sagitais. Porém, nesse estudo não houve a descrição das distribuições dos principais fatores de confusão de cada grupo, bem como não fez o cegamento deles para a intervenção, tão pouco randomização, além de não apresentar cálculo de amostragem.

Um único estudo buscou correlacionar o método Pilates a variáveis cardíacas e metabólicas. Propôs um acompanhamento de oito semanas de prática do método para os sujeitos avaliados, o que demonstrou redução da pressão arterial diastólica.

Mas, o estudo acaba por ser invalidado pelo fato de os autores não descreverem:

  • Características da amostra e das perdas do estudo;
  • Distribuições dos principais fatores de confusão em cada grupo de sujeitos;
  • Possíveis efeitos adversos da intervenção;
  • Cegamento dos indivíduos;
  • Se houve cálculo de tamanho amostral.

O estudo que apresentou maior pontuação em sua metodologia concluiu que o método Pilates acrescentou mudanças em:

  • Funcionalidade;
  • Estabilidade;
  • Mobilidade;
  • Equilíbrio;
  • Força;
  • Flexibilidade muscular;
  • Devolução aos indivíduos de autoconfiança com relação a sua independência corporal;
  • Redução de quedas.

Porém esse estudo não apresentou randomização e tão pouco, cálculo de sua amostragem

Nenhum dos artigos conseguiu comprovar cientificamente a eficiência do método Pilates para melhora física e motora nos idosos. O motivo foi a baixa qualidade da metodologia apresentada em todos os principais estudos correlacionados a esse texto.

Os principais problemas metodológicos identificados foram:

  • Ausência de controle para fatores de confusão;
  • Falta de identificação dos possíveis efeitos adversos da intervenção;
  • Falta de cegamento de quem aplicou ou recebeu a intervenção;
  • Falta de representatividade das amostras;
  • Ausência de cálculo de tamanho amostral.

Conclusão

Porém sugiro que não desanimemos perante a falta de critérios metodológicos dos artigos científicos realizados até hoje. Uma vez que em nossos Studios os resultados encontrados sugerem sim uma melhora e bastante significativa de nossos alunos. Visualizamos isso diariamente em nossos estúdios.

Tenhamos bom senso nos critérios escolhidos para nossas aulas respeitando sempre os limites de cada indivíduo idoso. Lembrando aqui que nossos idosos possuem mais fragilidade em seu sistema musculoesquelético. Logo devemos respeitar os limites nos impostos pelo corpo de cada um individualmente.

Esse limite será muito diferente lembrando da história muscular individual de cada um, mesmo que ambos tenham a mesma idade. Lembrem-se de que estar na terceira idade não é mais sinônimo de envelhecimento.

Trabalhemos visando ganho de qualidade de vida, na melhora das AVDs, e sobretudo, sobre o equilíbrio do seu aluno.

Não nos esqueçamos de um músculo chamado Tibial Anterior, que em sua função tem a capacidade de dorsi flexionar os pés sem a ajuda dos extensores dos dedos. Esse musculo durante o processo de Sarcopenia sofrerá como em qualquer outra perda funcional, diminuindo consideravelmente a qualidade da marcha de nossos alunos, o expondo mais as quedas. Tudo que precisamos evitar!

Por conseguinte, o estudo ainda sugere que novos estudos continuem sendo realizados, em especial ensaios clínicos randomizados. Precisamos de amostras mais amplas, maior tempo de intervenção e com indivíduos de ambos os sexos.

Além disso, a suma importância de um maior controle metodológico, uma vez que a pontuação obtida na avaliação da qualidade dos estudos incluídos na presente revisão sistemática foi baixa.

A metodologia falha em especial ao que se refere à inclusão de grupo controle, ao ajuste a fatores de confusão, à informação sobre os eventos adversos importantes, ao cálculo de tamanho amostral e ao poder e relato sobre perdas.

Também indica‐se a realização de estudos que comparem o método Pilates com outros tipos de exercício físico. Outra ideia são pesquisas que confrontem os exercícios do método feitos no solo com os que usam acessórios e/ou aparelhos.

No que diz respeito ao Treinamento Funcional não encontrei sequer um artigo que o correlacionasse ao público idoso. Mais uma vez, destaco a necessidade de mais estudos para que possamos lidar com essa população, cada vez mais crescente no Brasil, de forma segura e eficaz, otimizando nossos resultados práticos.

Destacando sempre que a prevenção é muito mais interessante e eficaz do que o tratamento pós queda. Além do tratamento ser mais custoso, o resultado cirúrgico nem sempre apresentam os resultados esperados, gerando um alto impacto emocional sobre o idoso e sua família.

É preciso lembrar também que uma anestesia geral nessa faixa etária é algo sempre delicado, levando em conta os problemas associados que essa população pode muitas vezes já apresentar como:

  • Diabetes;
  • Hipertensão;
  • Resquícios de sequelas gerados por anos de tabagismo, prática comum, quando falamos das décadas de 60 e 70 sobretudo.

Essa população merece estudos mais específicos e bem direcionados metodologicamente. Também vemos a necessidade de profissionais cada vez mais especializados conhecedores de todos processos emocionais que envolvem o envelhecimento, como:

  • Diminuição da visão;
  • Esquecimentos;
  • Diminuição da independência;
  • Incontinência urinaria;
  • Fatores do envelhecimento do principal órgão de sua organização espacial, os labirintos.

Levando em conta todos os fatores citados nesse texto, nosso programa de exercícios físicos elege-se como a estrela do tratamento em geral, sem descartar a reposição hormonal, e a melhora da ingestão alimentar.

“ Se aos 30 anos você está sem flexibilidade e fora de forma, você é um velho. Se aos 60 anos você é flexível e forte, você é um jovem.” Joseph Pilates.

Referências

A epidemiologia e o manejo da osteoporose pós-menopáusica: um ponto de vista do Brasil

Luiz Francisco Baccaro , Délio Marques Conde ,  Lúcia Costa-Paiva  e Aarão Mendes Pinto-Neto 

The effects of the Pilates method in the elderly: a systematic review

Revista Brasileira de Reumatologia (English Edition), Volume 56, Issue 4, July–August 2016, Pages 352-365

Reabilitação de distúrbios ortopédicos e reumatológicos. 1. Avaliação , tratamento e reabilitação da osteoporose.

Kaplan RJ 1 , Vo AN , Stitik TP , Kamen LB , Bitar AA , Shih VC .

Postmenopausal osteoporosis as a failure of bone’s adaptation to functional loading: a hypothesis.

Lanyon L1Skerry T.

Os efeitos do método Pilates em idosos: uma revisão sistemática.

[Artigo em inglês, português]

Engers PB 1 , Rombaldi AJ 1 , Portella EG 1 , Silva MC 2

Rev Bras Reumatol. 2014 Nov-Dec;54(6):467-73. doi: 10.1016/j.rbr.2014.02.008. Epub 2014 Sep 28.

[Influence of physical activity on quality of life in postmenopausal women with osteoporosis].

[Article in Portuguese]

Caputo EL1Costa MZ2.