O que é síndrome compartimental

A síndrome compartimental é o aumento da pressão dentro de um espaço anatômico. Pode ser um compartimento fascial ou loja anatômica. A síndrome é caracterizada pela queda da perfusão sanguínea dos músculos e órgãos nele contido.

A Síndrome do compartimento caracteriza-se por:

  • Algia crônica hipoestesia;
  • Diminuição ou ausência de pulsação local;
  • Edema;
  • Enrijecimento da região acometida.

As causas principais podem ser:

  • Aumento da pressão intra-abdominal (PIA)
  • Constrição de membros por aparelho com a pressão aumentada dentro da loja anatômica;
  • Curativos compressivos;
  • Uso inadequado de braçadeiras/manguitos para aferição não invasiva de pressão arterial;
  • Uso de Kinesio tapping sem o conhecimento adequado;
  • Um possível aumento de substâncias no compartimento muscular causado por edema ou hemorragia (inflamações de alguma estrutura). Tornando-a uma urgência medica.

O tecido conjuntivo encerra as lojas anatômicas dos membros, portanto tem um limite de elasticidade. O edema dos músculos, por exemplo, pode aumentar a pressão dentro dos mesmos.

Processos patológicos ou iatrogênicos que aumente o conteúdo dentro do espaço anatômico delimitado por tecido conjuntivo pode gerar a síndrome.

Isso acontece porque o aumento da pressão dentro do compartimento/loja anatômica impede a entrada de mais sangue. Com a falta de oxigenação local acontece a diminuição do fluxo sanguíneo. Consequentemente, ocorre a isquemia dos músculos, nervos ou demais órgãos.

Síndrome compartimental aguda

síndrome compartimental agudaA síndrome ocorre normalmente pós uma lesão importante. Em casos raros, pode também se desenvolver após uma lesão de menor importância. As pessoas podem desenvolver a síndrome compartimental aguda após:

  • Uma fratura
  • Uma lesão que esmaga um braço ou perna
  • Um grave hematoma muscular
  • Uso de gesso ou uso de uma atadura apertada
  • Ao ficarem alcoolizadas ou drogadas (um dos vasos sanguíneos pode ficar bloqueado enquanto a pessoa dorme ou permanece deitada após um desmaio)

Síndrome compartimental crônica (de esforço)

síndrome compartimental crônicaA síndrome compartimental crônica pode ser causada por exercícios. Os exercícios que envolvem movimentos repetitivos são um risco em especial.

Esse tipo de síndrome compartimental atinge com mais frequência pessoas com menos de 40 anos. O que não quer dizer que ela esteja restrita a essa faixa etária, pode ocorre em qualquer idade.

Alguns determinados esportes, como natação, tênis ou corrida, têm risco maior de desenvolver a síndrome compartimental crônica. Exercícios físicos intensos ou muito frequentes, como o Crossfit, também aumentam o risco.

A associação entre exercícios físicos e a síndrome do compartimento não é bem compreendida. Entretanto, as possíveis causas incluem:

  • A mecânica individual de cada indivíduo a algumas atividades físicas;
  • Um sistema fáscial mais espesso que o normal;
  • Músculos hipertrofiados;
  • Hipertensão arterial.

Como o exercício causa síndrome compartimental?

exercício causa a síndrome compartimental crônicaNeste artigo explicitarei a síndrome compartimental que pode ser gerada pela atividade física. Todos sabemos que a atividade física, ou qualquer exercício físico, gera quebra de fibras musculares para remodelagem muscular.

Esse processo causa um efeito semelhante a um processo inflamatório. Ele delibera um excesso de líquido dentro dos compartimentos musculares semelhante aos processos inflamatórios. Alguns exemplos de músculos acometidos com frequência são:

  • Bíceps;
  • Quadríceps;
  • Tríceps sural.

O líquido gerado pelo excesso de quebras das fibras musculares pode também ser devido a:

  • Hemorragia local;
  • Excesso de edema;
  • Ambas as causas.

Sabemos que a fáscia tem pouquíssima extensibilidade e envolve todo sistema muscular. Essa diminuição da área do compartimento anatômico, eleva a pressão local, gerando a síndrome do compartimento.

Agora imaginem comigo um aluno que tenha uma tensão na cadeia muscular de extensão dos membros inferiores. Seu quadríceps estará mais tenso e toxemiado.

Se ao longo de uma aula ele exercitar demais seu quadríceps talvez quebre muitas fibras musculares na região. Portanto, ele correrá sério risco de desenvolver uma síndrome compartimental crônica. Um exemplo de aula que colocaria esse aluno em risco seria uma aula só de agachamento.

Também é possível que aconteça uma síndrome compartimental por excesso de esforço. Ela é definida, segundo Garret 1995, como uma condição patológica do músculo esquelético. É caracterizada pela pressão intersticial aumentada dentro do compartimento muscular anatomicamente confinado. A pressão interfere na circulação e na função dos componentes neuromusculares deste compartimento.

Síndrome compartimental crônica vista pela biomecânica

Da perspectiva biomecânica, as síndromes compartimentais são consequências de desequilíbrios entre:

  • Massa;
  • Volume;
  • Pressão.

Ou seja, um aumento de massa dentro de um volume fixo, elevando assim, a pressão interna.

Sintomas da síndrome compartimental

Como já mencionei, qualquer um pode desenvolver a síndrome compartimental crônica. Porém, ela é mais frequente em quem pratica esportes de impacto repetido, como corredores.

Em sua forma crônica, a síndrome começa a se manifestar com sensação de dor após o esforço muscular repetido. Esta dor cessa quando o indivíduo se encontra em repouso, porque as pressões estão normalizadas.

No entanto, conforme o indivíduo inicia sua prática atlética, a pressão sobe, diminuindo o fluxo sanguíneo para os nervos e músculos. Eles entrarão em sofrimento pelo aumento da pressão gerando:

  • Dor;
  • Queimação;
  • Ardência;
  • Parestesia do compartimento afetado;
  • Sensação de aperto;
  • Parestesia;
  • Fraqueza;
  • Edema;
  • Herniação muscular.

Síndrome compartimental crônica nos membros inferiores

Nos membros inferiores, qualquer dos compartimentos podem ser acometidos:

  • Anterior;
  • Lateral;
  • Posterior superficial;
  • Posterior profundo.

Segundo Schepsis et al., 2005, o compartimento mais comumente afetado é o compartimento anterior. Ele é composto pelos músculos:

  • Tibial anterior;
  • Extensor longo do halux;
  • Extensor longo dos dedos;
  • Fibular terceiro.

Normalmente quando um compartimento é afetado todos os músculos relacionados estarão comprometidos. Somente em raras condições um único musculo do compartimento pode estar sofrendo isoladamente.

Fazem parte do compartimento lateral os seguintes músculos:

  • Fibular longo;
  • Fibular curto.

Do compartimento posterior superficial:

  • Gastrocnêmico;
  • Sóleo;
  • Músculo plantar.

Compartimento posterior profundo:

  • Poplíteo;
  • Flexor longo do hálux e dos dedos;
  • Tibial posterior.

Como funciona a síndrome compartimental crônica

A pressão de um dos compartimentos citados elevada compromete a função vascular e neural. Isso gera isquemia e um ciclo de retroalimentação para o acúmulo de líquidos, restringindo o fluxo sanguíneo.

Esse quadro tem sua situação por vezes piorada pela função mecânica da fáscia. Ela se mostra capaz de aumentar sua espessura e rigidez como resposta ao aumento de pressão gerado pela síndrome compartimental de esforço (Hurschler et al. 1994).

Pressões compartimentais aumentadas geram a diminuição dos vasos sanguíneos que entram em colapso venoso. Assim, a congestão capilar aumenta, além de reduzir a perfusão tecidual, gerando mais toxemia local. Essas pressões, em repouso, variam de 0 a 20 mmHg segundo Dayton e Bouche, 1994.

Durante o esforço físico, as pressões chegam a ultrapassar os 70 mmHg. Porém em indivíduos saudáveis, voltam aos níveis de repouso, imediatamente após a parada da atividade física.

Já em indivíduos portadores da síndrome do compartimento do esforço a pressão pode ultrapassar os 100 mmHg. E além desse fator, esses individuos demoram para atingir os níveis pressóricos após a pratica esportiva.

Tratamento da síndrome compartimental crônica

tratamento da síndrome compartimental crônicaEm muitos casos o principal tratamento é a cirurgia, e também o mais eficaz. Ela consiste em abrir a fáscia, tecido inelástico encerrando cada compartimento muscular (fasciotomia).

Casos mais graves, onde a inervação do membro afetado é muito comprimida, podem sofrer perda de movimento. Existe um desencontro na literatura de quando a fasciotomia está indicada.

Os valores pressóricos variam de 30 a 45 mmHg, quando em repouso. Se a síndrome não for tratada rapidamente, trata-se de emergência médica. Os músculos e os nervos afetados podem ser lesionados gravemente, e, de forma irreversível. Sem tratamento, pode ser necessário recorrer até a uma amputação.

Normalmente, a síndrome se inicia com um desconforto logo após o início da atividade física. O desconforto segue piorando progressivamente ao longo da atividade física. Só melhora após 30 minutos de repouso.  Paulatinamente, a dor começa a persistir por mais tempo, podendo durar até 2 ou 3 dias.

Algumas pesquisas indicam que o gestual esportivo, pode ser fator preponderante para o desenvolvimento da síndrome. Obviamente, se corrermos, ou nos exercitarmos, de forma errônea, haverá sobrecarga de alguns grupos musculares. Isso pode aumentar consideravelmente as chances para o desenvolvimento da síndrome compartimental. O overtraining também é uma possível causa, gerado pelo aumento súbito do volume e intensidade do treino.

Tratamento não cirúrgico

A estratégia de tratamento não cirúrgico sugere alongamento e fortalecimento especifico de músculos inibidos, pausa nos exercícios de impacto. Mas o principal é o trabalho de correção biomecânica para o gestual esportivo.

Síndrome compartimental Abdominal

O diafragma tem suas duas porções: costal e crural e é o músculo principal da respiração. Porém possui funções distintas. O diafragma costal participa da função respiratória que se dá através de sua contração. Ele aumenta a PIA pelo abaixamento do seu centro frênico, gerando um aumento da pressão da parede diafragmática em direção as costelas.

Já o diafragma crural somente participa do ritmo respiratório. Ao ser distendido durante a respiração movimenta o saco pericárdico, favorecendo assim, o retorno venoso. Analisando a biomecânica respiratória as duas porções do diafragma trabalham em série para a estabilização da coluna vertebral.

O diafragma crural através de suas inserções em L1, L2 e L3, e o diafragma costal pelo aumento da PIA realizada em sinergismo a outros músculos inspiratórios. Ele cria uma alavanca de flexão no tronco que será compensada para o reequilíbrio postural por uma alavanca de extensão também no tronco. Portanto, a compressão da coluna vertebral gera a estabilização da coluna favorecendo também o retorno venoso.

Isso é fisiológico, porém existe a possibilidade de um aumento permanente e crônico da PIA por interferências disfuncionais:

  • Corticais;
  • Subcorticais;
  • Vestibulares;
  • Oclusão dentária;
  • Mecanoceptoras;
  • Viscerais;
  • Visuais para a manutenção da horizontalidade do olhar.

Porém, no caso dessas disfunções, o custo mantido da PIA aumentada cronicamente será muito alto. Gerando um aumento da compressão vertebral, e da articulação sacro ilíaca, um aumento na atividade muscular dos oblíquos internos, os escalenos deixarão de agir em ativação fásica para uma ativação tônica. O aumento da PIA gera uma estratégia importante e inteligente corporal de reforço de estabilização. Isto porque o diafragma perde sua funcionalidade, sendo empurrado pelo aumento da PIA em sentido craniano.

Assim vemos a ativação dos músculos acessórios de forma tônica, sendo muito comum indivíduos portadores de dor lombar crônica, a longo prazo também terem dor cervical.

A World Society of the abdominal Compartment Syndrome (ACS) preconizou como consenso mundial que indivíduos com 12 mmhg já são portadores de hipertensão abdominal. Estabeleceu ainda, que a pressão abdominal pode ser medida em mmHg ou cmH20 e que a pressão abdominal normal se encontra de 0 a 5 mmHg, de 10 a 15 mmHg PIA crônica,

Síndrome Compartimental Abdominal

Grau I de 12 a 15 mmHg

Grau II de 16 a 20 mmHg (risco de morte)

Grau III de 20 a 25 mmHg (com disfunção ou falência de órgãos)

Grau IV acima de 25 mm Hg

Porém, o dr. Marcel Caufriez estabeleceu em suas pesquisas que até 30 mmHg é normal. Contudo, atento que suas pesquisas de medidas da pressão abdominal são realizadas através da manometria retal. Esse método de pesquisa é questionado por vários pesquisadores. Inclusive pela World Society of the abdominal Compartment Syndrome, elegendo como o melhor método para se avaliar a pressão abdominal a manometria intravesical. O que não desvaloriza o método da ginástica hipopressiva, que propõe uma normalização da pressão intra-abdominal.

Síndrome compartimental em corredores

 

Como a síndrome em questão acomete muitos corredores cabe a nós corrigirmos a biomecânica da corrida de nossos alunos corredores. Às vezes, é necessário acompanhar seu treino fora de nossos Studios. Para tanto, se faz necessário um bom conhecimento biomecânico da corrida.

A corrida compõe-se das seguintes fases:

1 – Contato Inicial (Footstrike)
2 – Médio Apoio (midsupport)
3 – Desprendimento (Toe-off)
4 – Oscilação (Swing)
5 – Desaceleração (Desaceleration)

Dentre as principais disfunções biomecânicas encontradas nos corredores, a predominância é grande para o Valgo Dinâmico dos joelhos.

O valgismo dinâmico se traduz pela rotação interna dos joelhos, não só durante a corrida. O valgismo acontece em qualquer atividade do dia-a-dia, é o principal vilão para o aumento do impacto durante a corrida.

Se correlacionado as cadeias musculares, trata-se de um excesso de tensão na musculatura adutora. Ela é participante da cadeia muscular de fechamento dos membros inferiores.

Uma boa orientação, bem como exercícios bem dirigidos para o fortalecimento dos glúteos, e relaxamento dos adutores podem gerir resultados rápidos para a melhora do desalinhamento.

Correções em corredores

Alguns exemplos são exercícios de pliometria que ensinam seu aluno como aterrissar de um salto e se beneficiar da energia cinética na troca da passada. Eles diminuem consideravelmente o impacto durante a prática da corrida, correr o mais leve possível. Se lançando para o alto e para a frente, sem exageros diminuirão consideravelmente o impacto dos pés na aterrisagem.

Lembrando aqui que não estamos andando, logo a aterrisagem durante a corrida é gerida por todo o pé. Mais especificamente através do médio pé, e nunca através do retro pé. Além disso, a princípio, a aterrisagem deve ser realizada próximo ao corpo.

O posicionamento do tronco também deve ser analisado e corrigido de forma cautelosa. Durante a corrida a força solo estará aumentada inúmeras vezes. Essa força ascendente será absorvida pela unidade dos membros inferiores e transmitidas para a unidade tronco imediatamente.

Além desse fator mecânico, o tronco estará realizando uma inclinação lateral para o mesmo lado do membro inferior que toca o solo. Ou seja, a musculatura lombar serve para restringir o movimento pelo controle da flexão lateral e para a flexão do tronco.

A musculatura cervical serve para manter a cabeça na posição ereta sobre o tronco e manter a horizontalidade do olhar. Ela não é tão ativada como outras na coluna durante a corrida.

Logo, não podemos esquecer da dissociação das cinturas, de extrema importância para uma boa corrida. Assim, teremos menos chances de lesão.

Outro músculo que deverá ser treinado para uma boa corrida é o Psoas que deverá estar relaxado. Para que, deixamos o quadríceps assumir o papel de principal flexor do quadril.

Seguem alguns dados alarmantes de uma recente pesquisa

A amostra do estudo foi de 77 corredores de rua. Eles responderam um questionário composto por 27 perguntas para identificar a rotina dos treinamentos elaborado e validado por Almeida et. al. (2011).

[GIZELE: fazer tabela]

Os resultados apontam que 37 (48,1%) realizam de três a quatro vezes por semana, 62 (80,5%) com uma sessão ao dia, 56 (72,7%) treinam até 120 minutos ao dia, 27 (35,1%) com tempo estimado em minutos para 10 km e apenas 17 (22,1%) possuem treinador. Entretanto 32,5% (25) dos participantes tiveram lesões no último ano. A região do corpo mais afetada por elas foi o joelho 14,3% (11). Traduzindo esses números, como vemos vários equívocos foram detectados no estudo.

O primeiro deles, aproximadamente 72% da amostragem treinam até 120 minutos por dia, volume de treino preocupante para corredores amadores. 32% se lesionaram no último ano, e somente 22% seguem uma planilha de treinos preparada por um educador físico. Preocupante, sem nenhum tipo de orientação sobre a mecânica de seu treino, sem nenhum tipo de controle sobre o terreno onde os treinos são realizados, sem tão pouco, controle algum sobre o volume de seus treinos. Fator preocupante, se voltarmos a falar da síndrome do compartimento crônico.

Atletas amadores, despreparados, sem nenhum tipo de orientação profissional, me faz pensar que as lesões nos joelhos são as menos preocupantes nesses atletas.

Pensando em ganho de performance existe outro problema. Provavelmente alguns desses corredores amadores acabam usando suplementações sem amparo nutricional. Eles podem utilizar-se de esteroides anabolizantes ou suplementos de creatina que podem aumentar o risco para o desenvolvimento da patologia (além de alterar o funcionamento dos rins).

O papel dos rins

Já que sabemos as causas da síndrome compartimental. Logo, supomos que o bom funcionamento dos rins tem papel fundamental para não ser mais um agente complicatório para o desenvolvimento da mesma.

São 3 as funções renais:

  • Eliminar toxinas e dejetos que resultam do metabolismo corporal
  • Promover o constante equilíbrio hídrico do corpo
  • Produzir hormônios, como a renina que age na regulação da pressão arterial.

Em síntese, os rins exercem papel fundamental para a regulação hídrica do organismo. Uma vez em desequilíbrio, pode aumentar inúmeras vezes as chances da geração da síndrome.

Conclusão

Movimentar-se e exercitar-se para mim, sem dúvida, são os melhores medicamentos para vários tipos de patologias. Porém, ainda que poucas, as restrições existem.

Mova-se! Mas cheque antes como está sua saúde. Contrate um bom educador físico para melhor orienta-lo em sua pratica. Principalmente lembrem-se que sua atividade física deverá agregar qualidade a sua vida, e não problemas ou riscos.

Dentre estes, a tão perigosa e silenciosa síndrome compartimental crônica ou do esforço. Síndrome, ainda pouco conhecida, como tudo ligado ao sistema fascial.

Bibliografia

PREVALÊNCIA DE LESÕES E TIPO DE TREINAMENTO DE ATLETAS AMADORES DE CORRIDA DE RUA

Diogo Gonçalves de Oliveira, Giannina do Espírito-Santo, Ivanildo Silva Souza, Monique Floret

Biomecanica Funcional

William Whiting

Ronald Zernicke