Ao estudar as cadeias musculares percebemos como os trajetos que percorrem são extensos. Já conseguimos ver isso analisando as cadeias com seus respectivos cadeístas. Vimos as cadeias do tronco, correlacionadas juntamente às da cervical e seus movimentos originais. Também observamos as cadeias dos membros inferiores que passam por:

  • Pelve;
  • Joelho;
  • Tornozelo;
  • Dedos.

Ainda estudamos a cadeia estática e a cadeia visceral, descrita por Leopóld Busquet.

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Só faltava entendermos o esqueleto apendicular superior (braços). Nesse momento surge Tom Myers, com as linhas do braço. Ele expôs esse conceito em sua obra Trilhos Anatômicos.

Neste livro Tom Myers descreve suas linhas, que ele mesmo denomina de trilhos anatômicos. Aqui não vamos retratar todas as linhas descritas por ele. Falaremos das linhas miofasciais que faltam para fecharmos todo o trajeto das cadeias musculares.

As linhas do braço

as linhas do braço e cadeias musculares

As linhas do braço têm inúmeras funções em nosso corpo, e duas delas são: postural e de movimento.

As linhas do braço tem uma função postural. Isso acontece devido a seu peso e suas múltiplas ligações com nossas atividades cotidianas. A tensão que parte do cotovelo afeta o meio das costas. O ombro mal posicionado pode criar uma resistência significativa sobre as costelas, o pescoço, a função respiratória e muito mais (MYERS, 2016, PAG 175).

Nossos membros superiores realizam diversas funções em nosso dia-a-dia. Algumas delas são movimentos simples como: 

  • Puxas uma cadeira para sentar;
  • Levar o alimento até a nossa boca;
  • Pentear nossos cabelos.

Nas nossas atividades diárias em geral temos linhas que exercem duas funções: uma oferecendo estabilidade e outra que permite a mobilidade. Para todos esses e outros inúmeros movimentos  possam ocorrer de forma harmônica.

Anatomia Geral

anatomia geral das linhas do braço

Os padrões comuns de compensação postural associados às Linhas do Braço provocam os mais diversos tipos de disfunções no ombro. Também acontecem disfunções no braço e na mão, geralmente envolvendo ombros que estão sendo:

  • Protraídos;
  • Retraídos;
  • Levantados ou “curvados”;
  • Rotação medial;
  • Inclinação anterior da escápula. (MYERS, 2016, PAG 175).

As falhas posturais e de sustentação dessa cadeia darão surgimento a:

  • Lesões nas regiões do túnel do carpo;
  • Lesões no cotovelo e ombro;
  • Dor muscular;
  • Pontos-gatilho. 

Para identificar os músculos e seguir sua determinada linha funcional, deve-se estar com o braço ao lado do corpo, a palma da mão voltada para frente. A Linha Superficial Anterior do Braço (LSAB) encontra-se então na parte anterior do seu braço:

  • Músculos palmares;
  • Flexores inferiores do braço;
  • Septo intermuscular;
  • Peitoral maior (MYERS, 2016, PAG 177).

Já a Linha Superficial Posterior do Braço (LSPB) encontra-se ao longo da parte posterior do braço, com os seguintes músculos:

  • Trapézio;
  • Deltoide;
  • Septo intermuscular lateral;
  • Extensores.

Para identificar a Linha Profunda Anterior do Braço (LPAB), peça para que o indivíduo realize uma abdução gleno-umeral com a palma da mão voltada para baixo e o olecrano da ulna apontando para trás. Na região anterior estará a LPAB, com os seguintes músculos:

  • Eminência tenar;
  • Rádio;
  • Bíceps;
  • Peitoral menor.

Antes de relatarmos a Linha Profunda Posterior do Braço (LPPB), prestemos atenção nesses dois músculos citados acima na LPAB:

  • Peitoral menor;
  • Bíceps braquial.

Percebam que ambos têm origens na escápula. Se encurtados com certeza irão gerar desequilíbrios posturais na região do  ombro. Podemos até fazer correlações com as linhas cruzadas anteriores do tronco, mas isso é discussão mais para frente.

A linha profunda anterior do braço

O primeiro ponto a ser colocado, é que a LPAB é uma cadeia considerada de estabilização. Em termos de músculos, a LPAB começa nas margens da 3ª, 4ª e 5ª costela com o peitoral menor. Esse músculo está claramente engendrado na fáscia clavipeitoral. Ele cursa por baixo do peitoral maior, a partir daí a linha miofascial continua com o músculo bíceps braquial.

Uma coisa interessante a partir desse momento é que tanto o peitoral menor quanto uma das cabeças do bíceps (curta) tem uma de suas inserções no processo coracóide da escápula. Logo já consideramos que essa linha miofascial tem um ação direta na estabilidade escápuloumeral. Qualquer desalinhamento biomecânico em alguma dessas musculaturas irá desencadear disfunções à nível glenoumeral. Não podemos deixar de falar de um terceiro músculo, quase ignorado pelo profissionais do movimento que é o coracobraquial.

De modo prático, segundo MYERS (2016), um encurtamento na LPAB proximal simplesmente traciona o processo coracóide para baixo parar criar uma inclinação anterior da escápula. Isso gera ombros em rotação medial (enrolados).

“Um excessivo encurtamento nessa unidade miofascial pode afetar negativamente a respiração, a postura do pescoço do ombro e do braço, especialmente para alcançar algo que está para cima” (MYERS, 2016, PAG 177).

Segundo MYERS (2016):

“Algumas maneiras para alongar essa linha (que pode predominantemente estar tensa) é, ajoelhar-se diante de uma parede e deslizar as mãos para cima o mais longe que conseguir, isso criará um estiramento nesses tecidos, pode-se também colocar os braços ao lado do corpo em abdução (de preferência contra uma parede) e ir alongando levemente essa região.”

Lembrando que, ao tentar ganhar o comprimento desses músculos, em seu relaxamento, nunca colocamos o aluno ou paciente em estado de desconforto. Existem algumas maneiras de observar o encurtamento do músculo peitoral menor e alteração da biotensigridade fascial gerando tensão da fáscia clavipeitoral, elas incluem:

  • Restrição de movimento na região da costela superior durante a inspiração. Impede que os ombros e as costelas se movam em harmonia estrita. 
  • Disfunções para o movimento de flexão dos ombros, por exemplo, no movimento de alcance de uma prateleira. Só e possível porque, a nossa cintura escapular formada por 4 articulações está em perfeita sintonia. Caso aja algum stiffness (desequilíbrio muscular), poderá provocar disfunções no ombro.

Um adendo importante que faço aqui e que se a fáscia subclávia estiver aderida, o indivíduo poderá apresentar disfunções cinemáticas no movimento da clavícula. Se lembrarmos da cinesiologia, durante o movimento de abdução glenoumeral, além do movimento do úmero na cavidade glenóide, há o movimento em estarnoclavicular e acromioclavicular.

Disfunções do ombro e as linhas do braço

disfunções do ombro e as linhas do braço

A própria clavícula realiza uma rotação de aproximadamente 20º em torno do seu próprio eixo. Se pensarmos nos tecidos que nela estão inseridos estiverem retesados, essa rotação da clavícula ficará prejudicada. Assim prejudica também os movimentos de todas as articulações da nossa cintura escapular.

Temos que ter esse conhecimento, pois, um encurtamento da LPAB comprometerá todo o complexo glenoumeral. Há uma observação muito importante, quando formos realizar algum alongamento ou tentar entender quais feixes do peitoral menor está mais tenso em relação aos outros. Existe nesse músculo uma divisão funcional de suas fibras.

As fibras que estão dispostas a partir principalmente da 5ª costela são fibras que, em seu sentido de produção de força, serão fibras que irão tender a tracionar o processo coracóide para baixo. Assim realizam uma inclinação anterior da escápula.

Já as fibras que estão inseridas em 3ª e 4ª costelas. Serão fibras que pelo seu próprio sentido tendem a tracionar a escápula em rotação medial levando consequentemente o úmero também para a rotação interna. É importante ter esse conhecimento para entender melhor como estaria a discrepância de forças entre os sarcômeros do peitoral menor. Existe uma divisão funcional nesse músculo que explica a discrepância.

Comportamento das disfunções

Não estamos falando aqui que essas fibras se comportam de maneira uniforme. Estamos falando que, pelo próprio sentido das fibras do peitoral menor, algumas delas em determinadas situações estariam em maior insuficiência ativa em relação à outra. Porém, todo o músculo tenderá a se encurtar, umas fibras em maior, e outras em menor magnitude.

Já que estamos falando de modo cinesiológico quando falamos do bíceps braquial, em especial a sua cabeça curta, onde tem sua inserção no processo coracóide da escápula. Temos que ter em mente que, pelo próprio sentido de suas fibras, caso esse músculo se encurte ele tracionará imediatamente a escápula a partir do processo coracóide em inclinação anterior.

Outro fator que também irá predispor um impacto subacromial, já que nessas circunstâncias o espaço subacromial ficaria reduzido. Além do que, esse músculo se encurtado, afetaria diretamente 3 articulações do ombro. Já comentamos que são as do cotovelo e antebraço, já que o mesmo realiza:

  • Flexão do ombro;
  • Flexão do cotovelo;
  • Supinação do antebraço.

A partir do antebraço, especificamente no rádio, temos a fixação dessa linha miofrascinal na membrana no periósteo até a sua chegada na eminência tenar.

Os terapeutas de shiatsu ou qualquer outra técnica que emprega a pressão usando o polegar precisam conhecer a LPAB, que termina no polegar. Uma boa mecânica corporal para uma prática de longo prazo exige que a LPAB permaneça aberta e alongada, com os braços em uma posição arredondada (cotovelo dobrado) enquanto a pressão é colocada sobre o polegar. Aqueles terapeutas que dizem sentir dor resultante desse tipo de pressão no próprio polegar ou na base da articulação selar quase sempre mostram uma LPAB que entrou em colapso”, (MYERS, 2016, PAG 184).

A linha superficial anterior do braço

Antes quando estávamos lendo sobre a LPAB estudamos que essa é uma linha de estabilização articular. Já a LSAB é considerada uma linha de motricidade. Ela produz maior força por conta dos músculos que nela estão inclusos.

“A linha Superficial Anterior do Braço (LSAB) se sobrepõe a LPAB no ombro, começando com uma ampla difusão das inserções, que nesta linha inclui vários músculos. O peitoral maior, que tem um amplo conjunto de inserções que descem da clavícula até as costelas do meio, dando início a essa linha na parte anterior. O latíssimo do dorso (que começa sua vida embiológica como latíssimo do ventre), um músculo que em sua inserção se fixa firmemente na superfície anterior do úmero, próximo ao peitoral, demarcando assim sua tênue pretensão de ser parte da LSAB difundindo-se a partir dos processos espinhosos das vértebras torácicas inferiores, a fáscia lombossacra, a crista ilíaca e as costelas laterais inferiores”, (MYERS, 2016, PAG 184).

Entre os músculos peitoral maior e latíssimo do dorso, há praticamente um círculo completo de inserções musculares. Isso mostra o amplo grau de capacidade motriz da LSAB sobre o braço.

Caso queiramos buscar o alongamento dessas linhas, o interessante seria que colocássemos o indivíduo na posição de decúbito dorsal, com o braço abduzido para fora da maca e pedisse para que o mesmo relaxasse o braço. Nesse momento ele estaria alongando a LSAB, e iria sentir o alongamento em peitoral maior ou em qualquer outro segmento dessa linha. Caso queiramos alongar mais a LPAB, poderíamos pedir para que o nosso aluno colocasse seu úmero em rotação medial e ainda afastando o máximo que puder o polegar do ombro.

Segundo MYERS (2016) imaginaríamos que estamos querendo pegar um papel que está logo atrás do seu polegar, colocando-o para trás. Fazendo isso conseguiríamos solicitar ainda mais o alongamento da LPAB. Se observarmos bem, quando falamos na LSAB, quase todos os músculos tendem a rotacionar o nosso úmero em rotação medial.

Não podemos esquecer que esse tipo de postura é muito perigosa, a mesma tende a aproximar o tubérculo maior do úmero do acrômio. Precisa dizer o que poderá acontecer posteriormente? Protejam os tecidos os tecidos moles que passam sob o espaço subacromial! Pois eles estarão em apuros depois de um forte encurtamento de peitoral maior e latíssimo do dorso.

A Linha Profunda Posterior do Braço

Antes de começarmos a destrinchar a LPPB, temos que considerar um fator de extrema importância entre ela e a LPAB. Ambas em todo o segmento apendicular superior, tem uma relação tênue de estabilidade. A LPAB é uma estabilizadora mais medial e a LPAB estabiliza de forma mais lateral. Ambas, por serem profundas, são linhas consideradas por Myers, de estabilidade.

A Linha Profunda Posterior do Braço (LPPB) começa nos processos espinhosos das vértebras torácicas superiores e da vértebra cervical C7, passando por baixo e por fora junto com os músculos romboides até a margem vertebral da escápula, enquanto a LPPB continua em torno escápula junto com o manguito rotador, especificamente dos romboides ao infraespinal, pegando o redondo menor ao longo do caminho. Esses dois músculos aderem a próxima estação na face posterior do úmero, no tubérculo maior, contíguo à cápsula articular” (MYERS, 2016, PAG 187).

A nossa escápula está circundada pelos músculos do manguito rotador. Supra e infra espinal juntamente com o redondo menor se inserem no tubérculo maior do úmero. Já o subescapular se posiciona na margem anterior da escápula.

Há uma interligação interessante, que é descrita como “sanduíche escapular” por Myers. A miofáscia do romboide traciona tanto a região dos rotadores externos e supra espinal quanto a margem do potente rotador interno (subescapular), deixando assim a escápula no meio dessas musculaturas, os quais geram de forma clara uma considerável estabilidade à escápula. Segundo MYERS (2016), esses quatro músculos do manguito rotador controlam a cabeça arredondada do úmero da mesma forma que os músculos oculares controlam a órbita o olho.

A partir do corpo do úmero perto da cavidade onde o manguito rotador se insere, e a partir do lado menor, surge a mais longa das três cabeças do tríceps braquial, a próxima via dessa linha. Quando o braço está suspenso, com um padrão semelhante à Linha Profunda Anterior do Braço, o percurso do manguito rotador até o tríceps envolve uma mudança radical de direção, mas com ombro abduzido, como em um backhand de tênis, esses dois estão fascialmente e mecanicamente ligados” (MYERS, 2016, PAG 187)

Sabemos que a inserção do tríceps é no olecrano da ulna. Então nada mais lógico que a via fascial continue pela ulna. Porém, indo mais abaixo, não encontraremos mais músculos nessa via. Na verdade, existe uma inserção com o periósteo da ulna e as camadas adjacentes. Myers (2016) tal como acontece na LPAB, a LPPB está firmemente presa à ulna na metade distal da ulna, pelas mesmas razões de estabilidade anteriormente discutidas.

”A LPPB, e  um equivalente grosseiro da Linha Lateral da perna, trabalha com a LPAB para ajustar o ângulo do cotovelo, limitar ou permitir o movimento de um lado ao outro da parte superior do corpo, quando na posição de engatinhar e para proporcionar estabilidade desde o lado externo da mão até a parte de trás do ombro. Essa linha é necessariamente ativa no trabalho reformista do pilates” (MYERS, 2016, PAG 188).

A Linha Superficial Posterior do Braço

A Linha Superficial Posterior do Braço (LSPB) começa com a ampla difusão das inserções axiais do trapézio, a partir da crista occipital e passando pelo processo espinhoso da T12. Essas fibras convergem em direção à espinha da escápula, ao acrômio da escápula, e ao terceiro lateral da clavícula” (MYERS, 2016, PAG 189.

Como nas outras linhas, a LSPB não poderia deixar de ter as suas conexões fasciais. Dentre elas temos as fibras torácicas do trapézio que se ligam ao deltoide posterior e as fibras cervicais do trapézio se ligam à parte acromial do deltoide médio. Além das fibras occipitais do trapézio que se ligam à parte clavicular do deltoide.

Pode-se dizer que a LSPB é uma linha motriz e que se estende da coluna vertebral para o dorso dos dedos. Quando esse linha sai do deltoide, um músculo com grande massa muscular, ela passa diretamente para o músculo braquial e desce até o epicôndilo lateral do úmero. No antebraço essa linha continua com os extensores do carpo e dos dedos. Percebam que tanto a Linha Superficial Anterior do Braço (LSAB) quanto a LSPB tem o mesmo perfil de músculos em seus trajetos. A diferença é que uma é na região anterior do úmero e a outra é na região posterior, obviamente.

Um adendo muito importante é que os músculos contidos na LSPB são músculos que na maioria das vezes irão tender a estarem encurtados por motivos gravitacionais. O trapézio é um caso especialmente importante, é um músculos que frequentemente encontram-se hiperativos. Isso acontece tanto pela postura da cabeça do indivíduo, por vezes, anteriorizada, como numa síndrome cruzada de ombros, como numa insuficiência de supra espinhal, por exemplo. Nesse caso encontraremos um deltoide em seu feixe acromial hiperativo, gerando assim um vetor de superiorização da cabeça do úmero em relação à cavidade glenoidal.

Por isso temos que tomar muito cuidado em relação à LSPB. Em um indivíduo que tenha uma protusão de ombros, uma anteriorização de cabeça ou alguma síndrome de ombros, poderemos encontrar facialmente o encurtamento desses músculos e consequentemente desse trilho miofascial.

Conclusão

“Fique de frente para seu paciente, segure seus punhos, e peça para ele se inclinar para trás desde os tornozelos até a “correia” de seus braços, enquanto você suporta o peso dele. Ele agora está pendido e inclinado em suas duas Linhas Posteriores do Braço, como se estivesse praticando esqui aquático. Se você girar seus punhos e braços em uma rotação lateral (palmas das mãos para cima), ele geralmente irá sentir o alongamento (ou restrição) na LSPB, desde o trapézio e passando pelos extensores. Se você segurar seus punhos e braços em uma rotação medial moderadamente forte (polegares para baixo), ele em geral vai sentir o alongamento da LPPB, passando pelos romboides e pelo manguito rotador e para fora desta linha.” (MYERS, 2016, PAG 191).

“Uma metáfora fácil e útil para se compreender as quatro Linhas do Braço é vê-las em relação à asa de um pássaro. A Linha Superficial Posterior do Braço com o trapézio e o deltoide é o topo da asa – manter a asa aberta e levantá-la quando necessário – constantemente ativo na subida. A Linha Superficial anterior do Braço com o peitoral maior é a parte inferior da asa – a força para voar, como nos patos ou gansos. A Linha Profunda Anterior do Braço é a extremidade principal na parte da frente da asa, que controla a atitude – no nosso caso, controla o polegar. Por fim, a Linha Profunda Posterior do Braço seria a margem posterior da asa em um pássaro, dando o controle motor fino aos “ailerons” da plumagem, ou no nosso caso, os ajustes finos do dedo mínimo” (MYERS, 2016, PAG 191).